Nosso review para Cornerstone-Novo álbum do Hillsong Live

Com mais de 12 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, Hillsong LIVE um dos ministérios mais influentes do mundo dispensa apresentações retorna com 15 novas canções com o intitulado Cornerstone, em tradução, Pedra angular. Estou realmente impressionado com a qualidade que as canções tomaram e os pontos negativos do álbum foram facilmente superados com canções como I Surrender, Great than all, Cornerstone, Praise him e Beneath the water. Enfim, vamos lá.

Abrindo o álbum, Endless light em seu estilo congregacional, hillsong de ser é fortemente influenciada por bandas do indie rock. O que a faz ainda mais grandiosa e viciante. O refrão a ser cantado instantaneamente, a ponte em seu ritmo envolvente trouxeram renovação no já existente.
PS: Foi de muito bem sucedida que o Joel Houston não abrisse o álbum, um clima de renovação que foi dado ao álbum desde o início.
Beneath the Waters ficou com a sensação de dever algo, Annie Greater cantou como melhor sabe fazer, mesmo assim fez apenas mais uma música e não um grande destaque como foi projetada ser. Ainda assim é grandiosa, forte e poderosa.

Conerstone é merecidamente o título do álbum é simplesmente um dos maiores destaques do Hillsong, dos últimos anos. O uso de um hino tradicional e um refrão de fácil assimilação fez de cornerstone uma canção espetacular, em nada errar, seja em excessos, seja em tudo estar perfeitamente arrumado e grandiosamente arranjado e com a assistência da igreja, em cantar em alta voz.
O ponto alto de tudo é sem dúvida a reprise da canção com a igreja contemplação da igreja adorando, isto se você conseguir tirar os olhos da Annie cantando com o Dave Ware.

I Surrender é a melhor canção do álbum, épica, gloriosa, os rifles de guitarra do Nigel e a performance do Matt Crocker estão absurdamente perfeitos, bem como Darlene cantando em segunda voz, a versão presente no DVD com a completa experiência é indescritível em reviews.

Hope of the world, é grandiosa na simplicidade, prosseguindo no que melhor sabe fazer, Reuben Morgan trouxe mais uma obra prima, perfeitamente valsada e arranjada, de extrema transparência e clareza.
O Reuben é verdadeiramente um gênio em fazer do que é simples grandioso e escrever coisas grandiosas que pareçam simples. O refrão de hope of the world é a prova disto.

All my Hope e Grace Abounds são canções ame ou odeie, não há meio termo, ou elas são chatas e cansativas ou lindas e apaixonantes em seus aspectos simples e pegajosos de adoração. É o risco de se corre em apostar tudo num refrão e ponte chiclete e repetitivo.
No mais, poderiam ser facilmente retiradas e servem mais como interlúdio do que canções de algum destaque.

Running é o momento pula sai do chão, a canção mais ao vivo do álbum, a que a igreja mais interagiu. O melhor momento ever é a surpresa dos sintetizadores de música eletrônica que ganham destaque após a execução da ponte. É impossível não cantar com o JD o refrão. We are runiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiing!

Children of light tem uma forte melodia, um arranjo grandioso, o som do baixo na canção é alucinante.
A ponte é o melhor momento, você se empolga junto. Simplesmente, inovadora.

Stand in awe e Love Knows no end seguem o mesmo parâmetro de estrutura, enquanto stand in awe tem um tom mais calmo congregacional e até mais do mesmo e sem graça, Love knows no End é magnifica, em sua influências do hip hop nos versos e o versão avassalador, Dave Ware faz de uma canção que facilmente poderia se passar despercebida algo grandioso.

Great than All Como cantado no refrão de Great than all, Deus tem faz grandes coisas, somente Deus pode inspirar o homem a escrever louvores de exaltação a ele tão magníficos como esta canção que compete com I Surrender em ser a melhor do álbum, de algo ela ganha de lavada, a melhor ponte deste álbum que fez das pontes das canções o ponto alto delas. O Woah-oh oh oh oh! é simplesmente épico. Não preciso comentar do Jad cantando, ouça e verá que quando você acha que ele já deu seu melhor no álbum anterior, ele te surpreende…

Love So High e I Desire Jesus, belas canções congregacionais, a esta altura o álbum já mostrou o seu melhor e estas servem para completar o e reafirmar o já cantado.
Enquanto em Love so High Matt Crocker reafirma ser um dos principais lideres de adoração, Darlene prova ser grande, em I Desire Jesus, a ponto de fazer uma canção que se não solada por ela seria apenas mais uma dispensável, algo grandioso, ainda assim, sinto saudades da Darlene que por muitos anos fez e cantou coisas impecáveis e apoteóticas.

Praise Him é a maior surpresa do álbum, e encerra o álbum com chave de ouro, quebrando meus conceitos de que canções agitadas não devem encerrar álbuns de adoração. Matt Crocker, em sua maior representação já num álbum do Hillsong canta e escreve mais que uma canção agitada, Praise Him é mais do que isso, é uma declaração poderosa de louvor e engrandecimento ao Senhor, é uma das melhores canções do álbum, para ser cantada com toda alma e coração. Se eu pudesse avalia-la em notas, daria a mais alta possível. O único grande erro é que esta apenas está disponível na versão deluxe do álbum e no DVD, um grande e irreparável erro.

Cornestone é um álbum espetacular, agora as mudanças estão se estabilizando é perceptível uma nova identidade no Hillsong. Agrupando um pouco daqui, influência dali, A Hillsong Creative não deixará de ser influência na adoração global nem tão cedo.
Cornerstone é também um álbum intrigante, que traduz nas letras a esperança, e no instrumental pesado e sombrio os tempos difíceis, a mensagem pertinente no álbum.

Cornerstone será lançado no próximo dia 3 de julho.

Por Ramon Buçard



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